sexta-feira, 3 de abril de 2015

aproveitando a vida


Quando você for ao Rio de Janeiro, dê uma passada por Petropolis - "Cidade Imperial", nasceu do sonho do Imperador D. Pedro I; que descobriu os valores climáticos e belezas naturais da região serrana. 
Mas entre tantas belezas,  como o palácio Imperial, a casa de Santos Dumont, não deixe de forma alguma de fazer uma visita na Cervejaria Bohemia,  o maior centro de experiência cervejeira do país.  Lá você faz uma viagem pela história e a arte da fabricação de cerveja. 




Quando termina a visita, você ainda deve  se deliciar com vários chopps em todas as suas variantes:  weiss, escura, confraria, pilsen e todas as edições especiais da marca.


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A cervejaria foi fundada pelo alemão Henrique Kremer em 1853,  sendo a primeira cerveja pilsem produzida no Brasil. 


Durante a visita tomamos um chope Bohemia tirado direto da fonte.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Acessórios de Luxo

https://www.facebook.com/LuaAlysseAcessorios/posts/827464027343483:0

//Coquetel de lançamento de parceria Vivi | Lua Alysse
11∙Abril / Sábado - 12h às 18h
Convite de honra >> Gente, é com muito carinho que confirmo essa parceria cheia de charme que foi consolidada com a Viví Viví que, sem modéstias, casa perfeitamente ao estilo de vocês. Então, quem estiver passeando pela generalíssimo, nas proximidades da av. Brás de aguiar, sintam-se em casa e mais-que-convidadas.
Todas as Lua Alysses, Viví's e apaixonadas por cores e estilos:
A tarde é toda p'ra vocês.
∙ Moda ∙ Estilo & Atitude ∙
// Reservem-se para o próximo sábado // Confirmem inbox para que possamos receber todas com muito conforto Emoticon heart
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Até lá!
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Conforto da alma



Dois vinhos para o feriado: um vinho tinto seco e um do Porto licoroso para acompanhar as sobremesas


Chileno uva Carmenere / 2013


Português - Porto Ruby.

Amizade



Em homenagem a uma grande e querida amiga, porque uma verdadeira amizade se celebra todos os dias. Em Abelhuda tomando um delicioso chocolate quente e amargo porque é Páscoa. 









Música boa




Para começar muito bem e com qualidade o feriado.
Cher






quarta-feira, 1 de abril de 2015

Genros e Noras e afins (filhos emprestados)

FILHOS EMPRESTADOS
Uma linda leitura de um pequeno trecho da vida. (@prosapoesia).
The Meeting Place, St Pancras Station, London
FILHOS EMPRESTADOS
Cris M. Zanferrari
Quando uma história de amor chega ao fim _ e algumas inevitavelmente chegam_ chegam ao fim também os relacionamentos que se estabeleceram por intermédio do casal. Aqueles cujo convívio foi se estreitando, se aprofundando, na mesma medida do bem-querer entre o par. E que agora, no momento da separação, são obrigados a se romper junto com ela. Estou falando dos relacionamentos que, como pais, nos impomos por amor aos filhos: acolher aquele ou aquela a quem eles escolheram para uma vida a dois.
Quando se tem um genro ou uma nora a quem se quer bem, é como se a vida nos emprestasse um novo filho, uma possibilidade de amar o já-criado, assim como é, assim como chegou, sem ter de submetê-lo a alguma disciplina ou educação. Aos poucos vão se achegando à nossa mesa, se esparramando em nosso sofá, se integrando à nossa paisagem familiar. Quando se vê, fizeram morada em nosso coração.
Os mais espiritualizados dirão que estamos aqui de passagem e que vivemos permanentemente desses “empréstimos”. O que, em outras palavras, quer dizer que Heráclito estava certíssimo: Panta Rei. Tudo muda. Tudo flui. Sabemos disso, sabemos que afetos vêm e vão, e que todo “olá” é o começo de um novo “adeus”. E sabê-lo deveria tornar mais fáceis, ou ao menos mais aceitáveis, as despedidas. Mas no espaço entre saberaceitar cabe um universo de sentimentos e sensações.
No entanto, é preciso. Aceitar. Aceitar que quando um casal se desfaz, se desfaz também a convivência com os familiares e amigos que orbitavam em torno dos dois. Subitamente ficamos interditados, privados de dar continuidade a esse convívio, impedidos de colocar o prato à mesa, de ceder prazerosamente o lugar no sofá. Somos convocados a reinventar uma já tão familiar paisagem.
Por isso, quando a história de amor que chega ao fim é a de nossos filhos, sofremos duplamente: por eles e por nós. Na casa e na vida, haverá certas ausências que serão mais sentidas do que outras, haverá ausências que passarão a habitar em nós. Afinal, este é o material de que somos feitos: afeto.
Que ao final da história, tenhamos aprendido_ juntamente com os filhos, os nossos e os emprestados_ tão somente a amar com mais fervor, com mais entrega, e com menos expectativas. Que ao final da história, reste apenas a lição do escritor que tem no sobrenome a força e a sensibilidade da palavra Mãe: “Quem tem menos medo de sofrer, tem maiores possibilidades de ser feliz.”
Cris Zanferrari
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Me identifico muito com o relato acima, pois sofremos com os filhos quando eles perdem seus amores. E há as ausências que habitarão em nós para sempre, pois somos felizmente feitos mesmo de afetos. 

Música para acordar de bom humor


Bom dia e um Feriadão de coisas boas e com tranquilidade. E pra começar assista o vídeo abaixo.

Jess Glynne – Hold My Hand - MUITO BOM !!!