sábado, 25 de abril de 2015

Etiqueta a qualquer hora

Ie aí, zé? - etiqueta sem frescura

ETIQUETA VIRTUAL: DÚVIDAS E MICOS PARA EVITAR

por: 
O ambiente virtual é relativamente novo. E informal. Por isso mesmo, propenso a enganos e mal entendidos. Veja como não se atrapalhar, ofender os outros ou pagar micos.
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 Facebook é democrático sim – mas as pessoas e os sentimentos nem tanto…
1- Quer ser amigo/a do seu chefe? O ideal é esperar ele pedir. Chefes tem seu próprio grupo de amigos e interesses – parece pouco democrático mas evita que você se exponha
2- Não peça - para ser amigo mais de uma vez
3- Não tecle - nada que você não diria na vida real e ao vivo .
4- Polêmica –  causa e faz muito sucesso, mas, dependendo do caso, releia reavalie antes de publicar – e pense se vale a pena
5- Cuidado  – nunca é demais. Falar mal de alguém só porque ele não está na sua lista de amigos é coisa de neófitos…
6- Não se ofenda - se alguém não te aceitar como amigo – nem todo mundo vê tudo o tempo todo, ou acha que é normal ser amigo do amigo dos amigos.
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Linkedin
7 -Estabeleça um relacionamento antes de começar a fazer pedidos
8 – Não peça recomendação para alguém que você não conheça pessoalmente.
9 -Também não vale pedir para alguém que te conhece superficialmente e não conhece seu trabalho. Essa pessoa ficará em uma situação dificílima.
10 – Nem pense em vender produtos por aí – há canais adequados para isso.


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A maturidade da vida

COMO FAZER – E VIVER – A TRANSIÇÃO PARA A MATURIDADE

por: 
Amadurecer é diferente de envelhecer. É um processo de resgate e perdão daquilo que somos, que nos permite construir pontes para um futuro saudável, de Luz.
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Seja na clínica, no papo com amigos e nas próprias midias, cada dia percebo com mais intensidade uma questão que aflige igualmente grupos e indivíduos:
– Como fazer a passagem para a Maturidade e vivê-la sem carregar um peso, que se apresenta tão grande a ponto de obrigar as pessoas a tomar caminhos muito distintos?
A maturidade começa muito antes da velhice. Por volta dos 45, 50 até os 75 anos – antes que se instale a velhice própriamente dita. E o que poucos se detém para perceber, é que ela também chega acompanhada de inúmeros ganhos – e liberdades maiores.
Liberdade para reavaliar projetos - e sonhos, porque não? Para algumas pessoas a saida dos filhos nem sempre e sentida como uma perda ou luto e sim como uma possibilidade concreta que uma familia estruturada possibilitou aos filhos. Aos pais, nessa nova fase cabe aprender a desfrutar da melhor maneira esse tempo e espaço, físico e emocional, que certamente sobra.

Para quem não sabe a maturidade inícia-se por volta dos 40 anãos e perdura até os 75 anos, fase está em que tudo na vida só deve melhorar, ou seja, você só envelhece se quiser.

A alegria que pode resultar dessa vivência é de tal forma libertadora que, em muitos casos, emerge dela uma nova pessoa.
Saúde como novo conceito de beleza – as mudanças corporais e hormonais também podem ser entendidas como uma possibilidade de conhecer melhor esse corpo em transformação. E nem sempre para pior, como prevêem os pessimistas. Uma nova consciência – acrescida de doses maiores de paciência e compreensão, podem operar milagres de bem estar, muitas vezes refletido também em beleza .
Uma nova libido – quem disse que não haverá mais espaço para erotismo e jogos do amor? É preciso apenas entender que a sexualidade é outra, com outros estímulos e outras metas.
Desconfie de gente madura que alardeia amores acrobáticos com parceiros muito mais jovens. O segredo está em aceitar o novo tempo e as novas formas.
Que serão tão mais gratificantes na medida em que soubermos cultiivá-las pelo que são, sem correr atrás de sensações do passado.
Aceitando isso fica mais fácil entrar em contato com desejos e até mesmo reatar vínculos, que muitas vezes esquecidos nos porões do passado.
Independência financeira – a maturidade é uma fase de mais folga financeira, quando aprendemos a nos programar e também a lidar com nossos limites. Isso nos permite planejar novos projetos, viagens, sonhos – novos prazeres enfim.
Pouco a pouco- algumas mudanças necessitam de um tempo emocional, e se forçadas , acarretam um terrível desequilíbrio – tanto do ponto de vista familiar quanto do profissional. Frequentemente isso é tão forte que gera estados de pânico, depressão e outras doenças.
Temos que aprender a respeitar estes limites que se fazem importantes. Embora o Universo nos apresente um modelo de vivacidade e cores muito brilhantes na maturidade 5 estrelas é preciso mais que o modelo da academias de malhação e dos efeitos de lifftings!!!!
Ora, ao tentar mudar tudo de uma vez é natural que ocorra o estranhamento e medo. O segredo é cultivar o auto conhecimento. Ter consciência da delicadeza desse momento e permitir-se pausas e mudanças no ritmo frenético que muitas vezes nos é imposto.
Aos poucos, sem as máscaras de eficiência e juventude eterna você verá no espelho uma nova fisionomia, que se permite sorrir em paz com o mundo.



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quinta-feira, 23 de abril de 2015

Meu dia a dia

Cada dia devemos nos esforçar para sermos melhores como seres humanos. Porém, um pouco de vaidade não fará mal nenhum.




Lê é conhecer outros mundos

Para comemorar o dia do livro   (o que deveria ser sempre), considerando que a média de leitura no Brasil por faixa etária vai diminuindo à medida que os anos passam, sendo que se lê menos ainda na idade adulta, vai aqui alguns leituras que recomendo.

Sendo que cada leitura pode ser interessante para diferentes pessoas. Espero que algum dia possam ampliar seus horizontes com elas.










quarta-feira, 22 de abril de 2015

A Exuberante Gastronomia Paraense


Gastronomia paraense é uma das mais admiradas no país. Descubra segredos muito além do Pato ao tucupi.

Olha só essa postagem interessante e deliciosa que encontrei no diáriodepernambuco.com.br


Filhote ao tucupi com arroz de jambu, um dos pratos mais requisitados do restaurante Lá em Casa, da chef Daniela Martins. Foto: Diogo Carvalho/DP/D.A Press
Filhote ao tucupi com arroz de jambu, um dos pratos mais requisitados do restaurante Lá em Casa, da chef Daniela Martins. Foto: Diogo Carvalho/DP/D.A Press

Belém - Pará, terra de tantas lendas. Boto, Iara, Macunaíma, Mapinguari, isso só para citar algumas. Mas, diante de todas elas, talvez a que mais se destaque entre os amantes da gastronomia seja a que originou a iguaria mais utilizada da apreciada culinária amazônica: o tucupi. Reza a lenda que Jaci (Lua) e Iassytatassú (Estrela d'alva), combinaram visitar o centro da Terra. Quando foram atravessar o abismo, o monstro Caninana mordeu a face de Jacy, que derramou lágrimas sobre uma plantação de mandioca, surgindo aí o tycupy (tucupi).

Esse tempero de cor amarela extraído da raiz da mandioca brava embala quase que a metade dos pratos típicos da região. Para consegui-lo, os paraenses descascam, ralam e espremem a mandioca selvagem. Depois de extraído, o caldo “descansa” para que a goma se separe do líquido, o tucupi. Inicialmente venenoso devido à presença do ácido cianídrico, o líquido é cozido (processo que elimina o veneno) e fermentado, de 3 a 5 dias, podendo, então, ser usado como molho na culinária.

Foto: Diogo Carvalho/DP/D.A Press
Foto: Diogo Carvalho/DP/D.A Press


Na badalada feira Ver-o-Peso - a maior ao ar livre da América Latina, no Centro de Belém -, diante dos 1280 feirantes, as barracas de tucupi são as que mais chamam a atenção dos quase 10 mil turistas diários que passam por lá. Centenas de garrafas pet reaproveitadas, com tampinhas coloridas no balcão. Dois litros do molho especial custam a bagatela de R$ 3. Para incrementá-lo, pimentas de cheiro submersas e folhas de jambu.

Também conhecida como agrião-do-amazônia, o jambu é uma erva típica usada lá no Norte da mesma maneira que usamos o espinafre ou a rúcula por aqui. Do pato ao tucupi e até em pizza, combinado com muçarela. Pode-se preparar o jambu da mesma maneira que uma couve refogada, cortando-o fininho e refogando no azeite com alho e sal a gosto e bacon em cubinhos. Uma de suas principais características é a capacidade de adormecer os lábios e a língua de seus apreciadores. Pode assustar no começo, mas a sensação é tão deliciosa quanto o sabor dessa planta.

Ainda dentro dos domínios da feira Ver-o-Peso, no mercado de peixes, é fácil encontrar um dos orgulhos da culinária do Pará: o filhote, um dos pescados mais gostosos e que causa mais surpresa. Apesar do nome, é um peixe de couro que pode chegar a 300kg, ou seja, é inevitável ouvir aquela piadinha dos viajantes ao se depararem com ele na feira: “Se esse é o filhote, imagine o pai”. Ao saboreá-lo em forma de medalhões nos restaurantes da cidade, não dá para ter noção do tamanho do bicho.

Para prová-lo, vá ao charmoso complexo gastronômico Docas, não pense duas vezes antes de parar no restaurante Lá em Casa, inaugurado em 1972 pelo chef Paulo Martins, falecido em 2010, embaixador da culinária paraense. Hoje, quem comanda a cozinha é sua simpática filha Daniela. Para entrada, beiju e salada de feijão santarém com aviús (microcamarões). De principal, filhote com redução de tucupi e arroz de jambu.  É imperdível. (Diogo Carvalho)

Onde achar

Infelizmente, com exceção da castanha do pará, açaí e do cupuaçu, não é tão fácil achar ingredientes paraenses aqui no Recife. Uma dica é a Casa do Pará (Av. Conselheiro Aguiar, 4734, Boa Viagem). Lá, o litro do tucupi custa R$ 22 e o saquinho com 800g de jambu sai ao preço de R$ 33.

Atualidade e Cultura

One WTC: Time-lapse histórico

Gente isso realmente é interessante, vale då uma olhada.
O One World Trade Center – atualmente a mais icônica torre dos Estados Unidos e a mais alta do ocidente – em parceria com o New York Times, lançou um vídeo time-lapse mostrando um pouco da história arquitetônica de Nova York a partir de uma perspectiva inusitada. A progressão urbana da região onde o prédio se situa acompanha a subida do elevador ao seu centésimo segundo andar.
Um marcador no centro do panorama mostra a trajetória que começa em 1500, quando o terreno ainda era parcialmente submerso nas águas do Hudson River e tomado por árvores e passa a ser populado em meados de 1700. Também é possível acompanhar a construção da Brooklyn Bridge ao final do século XIX e sentir uma certa nostalgia ao ver uma das torres gêmeas aparecer e desaparecer entre os anos 60 e 2001.
O vídeo foi idealizado para apresentar o One World Observatory, que estará aberto ao publico a partir do dia 29 de maio e já tem ingressos à venda. As imagens serão exibidas nos elevadores que levam ao terraço do prédio como forma de introduzir e situar o público ao novo espaço.
Como eles dizem por estas bandas… “Enjoy the ride!”
Mais informações:


terça-feira, 21 de abril de 2015

23 de Abril - São Jorge

Os Pensamentos Dragões por Manoel Thomaz Carneiro


Os Pensamentos Dragões

por Manoel Thomaz Carneiro
woman standing with a chalk dragon
Lembro-me da época em que a televisão parava de ter emissão por volta da meia noite. A partir desse horário tinha aquele chiado com a imagem cheia de chuvisco sobre o cinza. Parava tudo. Quando mais tarde Célia Biar começou com o gato a apresentar o último filme da noite, nos sentíamos num programa da altíssima madrugada. Hoje a TV funciona 24 horas sobre 24, de segunda a segunda. Tornou-se como nossos pensamentos.
Pensamos o tempo todo como se fossem incansáveis letreiros luminosos. Até quando dormimos o pensamento continua através do sonho, da produção poderosa do inconsciente. Somos banhados de ideias, lembranças, planos, desistências e muitas vezes como uma emissão enguiçada frases e cenas se repetem. Tudo o tempo todo estimulado pelo nosso cérebro.
Hoje temos na TV o seletor de canais, procuramos o que nos interessa mais. Eu, por exemplo, deleto de minha visão determinadas noticias e filmes…
Já para a emissão dos pensamentos o seletor de canais existe, mas para muitos fica no fundo da caixa e as pessoas não estão habilitadas a utilizá-lo.
As emissões invadem a tela mental e muitos continuam estáticos, dominados pelas cenas desagradáveis que só despertam angústia, ansiedades e raivas. Permanecem diante disto tudo como um expectador passivo, sem conseguir sair da poltrona.
É bem verdade que sair de si mesmo é impossível. As tentativas através das drogas, do sexo compulsivo, do álcool, através também das compras frenéticas, das hiperatividades são meios que podem até atordoar, mas estão longe de trazerem para cada um a capacitação de controlar determinadas emissões negativas.
Você já ficou hipnotizado diante da TV, durante programas que nem gosta de assistir?
Imagens tem esse poder. São captadoras da consciência e nos deixa em estado de transe… Se fixar em determinados pensamentos também. Quase hipnotizado pela mágoa… Pelo filme de terror emocional…
Já que os nossos pensamentos não param e têm o poder de serem estimuladores de vontades, sentimentos, emoções e sensações, é fundamental internalizar um bom diretor que tenha excelentes conteúdos para que a emissão seja o mais possível limpa de neuroses.
Podemos nos desviar de alguns canais que produzem emissões negativas. Começou um programa mental ruim, passe para outro estímulo. Muitas vezes é solucionador um bom desvio através de um cinema, uma volta, uma atividade intelectual. Levante faça um café, limpe armário e deixe de assistir certas emissões.
Se o seu seletor enguiçou de vez, procure um técnico para treinar o manuseio do seu controle remoto.
Em 23 de Abril dia de São Jorge. Ele montado no cavalo com a espada em punho para vencer o dragão.
O cavalo deste guerreiro simboliza a nossa libido, energia que através do desejo de sair de uma condição para ingressar em outra é disponibilizada. De posse dela, montamos nessa força que nos dará potência. Para que? Para que através dos nossos conhecimentos, possamos aumentar a extensão de nossos braços para vencermos o dragão que se chegar muito perto nos queima ou mesmo nos destrói.
Man Fighting Dragon
Eliminar todos os dragões da vida é uma tarefa impossível de ser realizada, mas com a espada em punho podemos mantê-los em distância segura.
São muitos dragões. Alguns em nós, outros tantos fora.
Quais são eles?
Primeiro? Os dragões naqueles que amamos. Presentes nos traços difíceis de serem eliminados, mas com o nosso lado “São Jorge” damos com firmeza limite e distância a estes aspectos. O lado dragão aprende com o tempo que ali não tem mais vez. De vez em quando testa de novo e a espada é acionada.
Outros mais? Os dragões que surgem nos sentimentos devoradores de nosso prazer que por falta de controle, deixa-se chegar até a proximidade de queimar o momento.
Temos também os dragões das ideias de impossibilidade de mudanças e dos recomeços. São estes os dragões que queimam chances…
Dia do dragão nem existe. Existe sim o dia daquele que exerce a vitória sobre ele.
Este dia se dá toda vez que você se veste de São Jorge, estimulado por Freud, por Buda, ou pela Cabala pouco importa. Quando se dá este dia?
O dia que você pegar o comando com o seletor para se colocar em sintonia com as emissões de equilíbrio, zelo e amor próprio.
Quem sabe fazer o documentário daquele que virou um herói de si mesmo? O nome da emissão?
Dia do Bom Combate.
Salve São Jorge.
Me Salve!! Salve, Salve!!!
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2014-12-19 19.29.22
Administrador de Empresas, Professor, Psicanalista
Fundador em 1989 do Grupo de Estudos Pensar. No qual ministra há 25 anos no Rio de Janeiro semanalmente temas sobre as estruturas psicológicas humana.
Autor do livro “Pense Bem” que foi lançado em 2013 pela Casa da Palavra- Leya
Participante do Ciclo de Seminários Psicanalítico de Paris.
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